*Antes de continuar lendo, clique no link e ouça essa música de fundo: Where You are - Mandi Mapes
(Abaixo você pode conferir um trecho de uma história que está ainda em seu princípio. Em alguns posts, postarei o desenrolar dessa história para quem quiser acompanhar).
Eram 8 horas, podia se ver o orvalho da manhã. Catherine estava caminhando por entre o roseiral que seu pai havia terminado de regar. Uma moça de seus 23 anos, solteira, olhos e cabelos castanhos, pele clara e bochechas vermelhas, estatura mediana. Uma jovem muito bonita, que passeava pelo campo, na qual morava com sua família, na cidade de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul.
(Abaixo você pode conferir um trecho de uma história que está ainda em seu princípio. Em alguns posts, postarei o desenrolar dessa história para quem quiser acompanhar).
Eram 8 horas, podia se ver o orvalho da manhã. Catherine estava caminhando por entre o roseiral que seu pai havia terminado de regar. Uma moça de seus 23 anos, solteira, olhos e cabelos castanhos, pele clara e bochechas vermelhas, estatura mediana. Uma jovem muito bonita, que passeava pelo campo, na qual morava com sua família, na cidade de Flores da Cunha, no Rio Grande do Sul.
Já dizia aquele texto de Amyr Klink: "Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.



